sábado, 26 de junho de 2010

À Minha Rainha

Quando a vi pela primeira vez
Amor - até então mantido no vazio da ilusão do meu ser
Me veio como a brisa
Que corre os coloridos campos primaveris
Ferindo a velha rosa, dando vida ao broto
Secando com o seu terno sorriso
Como o calor do sol, ao despontar do dia
As últimas gotas do cintilante orvalho
Deixadas pela madrugada fria e cruel
Não haverá mais noites frias
Se estiveres comigo aqui perto, dentro
Vem e aquece minha alma com ternura e paixão
Abraça os meus sonhos como se fossem teus
Se, por ventura, aceitares
O que humildemente te proponho
Serás, dentre todas as princesas
De todo ou qualquer reino que exista
A minha coroada, escolhida
Dona de toda beleza, nobreza e formosura
Tomarei a ti, senhora, por Rainha
A minha Rainha!
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Frank Araujo

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