sábado, 21 de agosto de 2010

Eu mesmo.

Sou muito dentro de coisa nenhuma
Sou nada dentro do infinito
Sou roma ao revés
Sou um pintor de sorrisos
Sou o sapo do conto, também!
Dentre outras coisas
Sou aquilo que se vê
Reparando nas coisas simples da vida
Sou bobo, mesmo, inconstante
Na dor, sorrio...
Na felicidade, choro
Na saudade, me escondo
As alegrias, divido
Sou tudo e nada, tudo junto
Sou... eu mesmo!
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Frank Araujo

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